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Criador de “A Máscara” quer estrela feminina em reboot

Criador de “A Máscara” quer estrela feminina em reboot

Mike Richardson, o fundador da Dark Horse Comics e criador de “A Máscara”, quer concretizar um reboot do filme, mas com uma estrela feminina para personagem central.

A Máscara

O filme foi um grande sucesso dos anos 90 e viu em Jim Carrey o seu grande trunfo. No verão de 1994 – estão passados agora 25 anos da estreia -, o filme angariou em receitas de bilheteira mais de 351 milhões de dólares para um orçamento curto de 23 milhões.

Em “A Máscara”, Jim Carrey consolidou a sua carreira e foi catapultado para o estrelado. Carrey era Stanley Ipkiss, o desafortunado funcionário de um banco que se transforma depois de colocar uma bizarra máscara.

Carrey transforma-se num autêntico cartoon e teve oportunidade de mostrar os seus talentos para a comédia e criar um dos mais icónicos personagens do cinema, para além de um dos grande sucessos daquela década.

O sucesso do filme permitiu a sua expansão para uma série animada e um videojogo para a Super Nintendo. Já a sequela em cinema não teve muito sucesso e, em 2005, “A Máscara 2 – A Nova Geração” não tinha Carrey e em vez dele Jamie Kennedy.

A Máscara

Mike Richardson considera que por altura do aniversário dos 25 anos do filme, é uma boa altura para reviver a saga, especificamente na sua vertente de cinema. Richardson também tem uma ideia de quem deverá suceder a Carrey.

Richardson não está ainda preparado para revelar nomes, mas admitiu que pretende identificar uma atriz cómica com muito boa presença física para liderar o filme, segundo admitiu em entrevista à revista Forbes.

Para já, o foco mantém-se no lançamento de uma nova série animada e promete, neste âmbito, aproximar-se mais do tom obscuro da banda desenhada original, explorando temas como o poder absoluto e como esse poder pode corromper qualquer pessoa e levar cidadãos normais a ator de vingança e crimes.

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Esta tonalidade mais obscura não esteve tão presente no filme de 1994 e promete agora retomar a visão de um verdadeiro anti-herói corrompido pelo poder da máscara. Não se sabe ainda se esta linha de pensamento se aplicará também ao filme, todavia, já que não foram adiantados pormenores.

Cátia Santos

Cátia Santos

Sou apaixonada pelo cinema e pela escrita mas a minha primeira paixão foi a História. Em cada uma destas paixões estou como quando respiro e quero continuar a respirar assim.

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