O novo filme de Ang Lee “Projecto Gemini” irá trazer uma revolução tecnológica às salas de cinema portuguesas.

Em Outubro chegará uma revolução às salas de cinema. O realizador Ang Lee volta a apostar na evolução tecnológica e oferece-nos “Projecto Gemini”, um filme onde Will Smith representa dois papéis – um assassino veterano e o seu clone com 23 anos que tem o objectivo de o matar.

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Qual a revolução que o espectador poderá esperar deste filme? Em primeiro lugar, o facto de Will Smith fazer de duas personagens e uma delas (o clone com 23 anos) ser inteiramente criado por efeitos visuais. Não há truques de edição barata, é tudo vindo mesmo da performance de Smith e um trabalho gigante da parte da equipa técnica. 

Projecto Gemini

Outra das revoluções é o facto de “Projecto Gemini” ter sido realizado em 60 frames e a 120 frames por segundo. Normalmente, os filmes são transmitidos a 24 ou 30 frames por segundo. Agora, os espectadores terão a oportunidade de ver este filme com uma fluidez de imagem impressionante com 60 frames por segundo (em Portugal apenas será projectado esta versão).

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Pelo que já foi possível ver, “Projecto Gemini” é altamente revolucionário e maravilhosamente chocante. Tudo se torna hiper-realista com esta nova tecnologia, cada movimento é rápido e cada momento é sentido com adrenalina  – até mesmo um simples diálogo.

Projecto Gemini

Esta é a melhor comparação que consigo dar – “Projecto Gemini” tem a mesma qualidade e vivacidade de imagem como os mini-vídeos que são transmitidos de modo automático nas televisões nas lojas, que são utilizados para demonstrar a qualidade do televisor. Essa qualidade de imagem durante 2 horas será algo imperdível. 

O que “Projecto Gemini” demonstra é que existe arte nos grandes blockbusters desta vida e que o formato 3D ainda está a ser explorado com intensidade e ainda se falará muito sobre este conceito no futuro.