“Covil de Ladrões” é o novo filme de Christian Gudegast (Assalto a Londres). Escrito pelo mesmo em conjunto com Paul Scheuring (Prison Break). Estreia dia 25 de janeiro.

Trata-se de uma saga criminosa que confronta a unidade de elite de combate ao crime de Los Angeles e o gangue implacável da cidade.

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Covil de Ladrões

Quando os fora da lei decidem assaltar o único Banco que nunca foi roubado, qual dos grupos se irá revelar o verdadeiro gangue?

O filme conta com um elenco bastante conhecido como Gerard Butler (Um Cidadão Exemplar), Pablo Schreiber (13 Horas)O’Shea Jackson Jr (Straight Outta Compton)Cooper Andrews (The Walking Dead), 50 CentJordan BridgesEvan Jones, entre outros.

Os pontos mais fortes do filme são sem dúvida a representação (destacando-se Gerard Butler e O’Shea Jackson Jr) e os momentos de pura ação que são bastante bem  executados. Mas não esperes mais do que isso.

A própria montagem e realização deixam muito a desejar. A montagem em si (especialmente nas cenas de ação) causava alguma confusão ao espetador. Os próprios cortes transmitiam alguma estranheza e falta de continuidade quebrando desta forma todo o ritmo do próprio filme. Quando não existiam estes cortes “estranhos” era quando o público conseguia observar a imagem, o plano, enquadramento e a própria fotografia, que é bastante boa mas que passa despercebida.

Covil de Ladrões

Também o argumento ficou muito aquém daquilo que era esperado. Houve muito tempo desperdiçado com cenas irrelevantes para a história que apenas serviam para caracterizar uma personagem. Mas nem dessa forma funcionou.

O que eu senti foi que a ligação entre personagem-público não existia. Obviamente que todos temos personagens favoritas, sejam elas boas ou más. No entanto não existe aquela vontade de torcer por alguém porque na verdade são todos “tipos maus”.

Como a personagem de Gerard Butler diz:

Vocês não são os tipos maus, nós somos.

Portanto se gostas de filmes de ação com muitas perseguições, velocidade, violência e até humor, este é um filme que vais querer ver. Mas o mais provável é que não te vás lembrar dele daqui a um mês.