A NOS Audiovisuais em parceria com os Cinemas NOS, a UCI Cinemas e o Cinema Ideal associam-se numa homenagem a Manoel de Oliveira com a exibição de versões restauradas e remasterizadas em alta definição de “Aniki-Bóbó” e “Douro Faina Fluvial”, “Ato da Primavera” e “A Caça”.

 Datas de exibição:

  • 9 a 15 de abril: “Aniki-Bobó” e “Douro Faina Fluvial”
  • 16 a 22 de abril: “Ato da Primavera” e “A Caça”

 

Os filmes serão exibidos em sessões especiais nos Cinemas NOS Amoreiras, NOS Cinemas Dolce Vita Porto, UCI Cinemas El Corte Inglês lisboa, UCI Cinemas Arrábida Shopping e Cinema Ideal em Lisboa.

Douro Faina Fluvial (1931) é um documentário que segue a vanguarda soviética da época mas ao qual Manoel de Oliveira deu um cunho muito pessoal, ou não estivesse a captar com o olho da sua câmara de filmar o seu Porto de sempre, com  oretrato vívido e verdadeiramente real da Ribeira da cidade e dos seus característicos habitantes. 

Aniki-Bobó (1942), a primeira longa-metragem de ficção de Manoel de Oliveira sobre um grupo de meninos da Ribeira do Porto envolvidos nas aventuras e desventuras típicas da idade, com o famoso triângulo amoroso de Carlitos, Teresinha e Eduardo, que acaba em tragédia. Aniki-Bóbó é uma evocação das memórias de infância do Mestre, como um precursor do neo-realismo italiano.

O Ato da Primavera (1962) é um documentário português de longa-metragem de Manoel de Oliveira, co-realizado por António Reis, António Soares e Domingos Carneiro, no qual é encenado uma celebração popular da Paixão de Cristo, festa tradicional da aldeia transmontana da Curalha. A obra é marcada pelo gesto teatral e pela palavra, modos pelos quais os actores se exprimem e que são próprios do género. É, depois de alguns filmes de Leitão de Barros, uma das primeiras docu-ficções portuguesas. 

A Caça (1964) predomina um estilo cinematográfico puro, sem diálogos ou monólogos palavrosos.

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